Ca estou eu em Sao Paulo (to escrevendo sem acentos pq nao sei mexer neste mini note) no meio da loucura que e a Francal, contando os minutos para pegar aquele voo de volta e ver meu filhote e meu marido. Acho que vou chorar tanto, que mais vai parecer que fiquei um mes fora de casa, de tao sensivel que eu to. Eu passo o dia com um aperto no coraçao, morrendo de voltade de sentir o cheirinho do pescoço do Francisco, ouvir suas risadinhas e ficar sabendo de todas as novidades )pq em quase uma semana, deve ter muita coisa nova. Mas como todo mundo me fala aqui "isso e so na primeira feira, depois tu te acostuma." Acho que ate pode ser, mas a saudade e grande. Eu ja passei por varias coisas nesta feira: dormir muito tarde trabalhando sem parar, acordar muito cedo, nao ter tempo pra nada... mas nada se compara a saudade... sinto muita saudade do meu Mustelinha e do Fabri, muita muita. Amanha quando eu ver o Francisco e o Fabri naquele aeroporto, vai ser tudo de bom. Vou la que tenho que devolver o micro da Rosa.
Bjus e dpois posto minhas aventuras aqui.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Inferno Astral
Dizem que pouco antes de fazermos aniversário entramos no inferno astral. Eu faço aniversário sábado e acho que este talzinho chegou até mim. Amanhã eu terei que acordar às 4 e meia da manhã, para estar em um cliente às 6 da manhã, pegar um vôo às 8h30 e estar em São Paulo, às 10h. Vou passar meu primeiro aniversário longe de todas as pessoas que mais amo: meu filho, meu marido e minha família. Vou passar meu aniversário dentro de uma sala de convenções de um hotel, com quase 100 pessoas que não conheço num momento de total profissionalismo, pq afinal de contas eles não tem culpa de eu fazer aniversário no dia do evento, né?
Aí eu tinha planejado levar o Francisco no aniversário de 1 aninho do Vicente (filho de uma amiga) e são 18h40 agora e eu estou aqui na agência ainda, sem saber a que horas vou poder ir para casa, ficar pelo menos um pquinho com meu marido e filho, antes de quase uma semana fora. Não vou poder me despedir deles direito pq não vou ser cruel de acordá-los de madrugada e até agora eu só penso que queria que fosse logo dia 06 de julho, pra eu já estar voltando pra casa. Esta semana foi um caos e eu me mantive firme, otimista, bem humorada, mas hoje, foi algo como a gota d´água. E eu começo a perceber que meu lado executiva está dando lugar a uma vontade tremenda de sair correndo e fazer qualquer outra coisa na vida. Será que eu sempre vou ser publicitária???? Se eu não fosse, o que eu seria???? E a culpa por deixar meu filhote e ter que viajar? Mas eu já percebi também, que ninguém se importa com isso - pelo menos no mundo corporativo. Dane-se se tem filho, se tem marido, se o filho tá doente, se tem que levar no médico... tem que produzir, tem que trabalhar, tem que entregar... tudo no prazo, ou melhor, sem nenhum prazo. É tudo pra ontem!!!! É tudo urgente!!!! Nada pode esperar, nem ninguém.
E eu queria mesmo chegar em casa hoje mais cedo, curtir os dois, me esbaldar brincando, dançando pra levantar meu astral, mas não sei se quando eu chegar o Francisco já não vai estar dormindo e eu ainda nem arrumei minha mala... mais isso pra fazer.
Mas eu devo mesmo estar no meu inferno astral, pq normalmente eu não sou assim. Quem me conhece, sabe bem. Mas acho que vou fazer o que o Fabri me falou: pensa que teu aniversário vai ser na outra semana e não se apega tanto a uma data. Bingo! É isso que vou fazer. E vou torcer pro tempo voar e eu estar em casa nos braços dos meus "guris" o quanto antes.
Aí eu tinha planejado levar o Francisco no aniversário de 1 aninho do Vicente (filho de uma amiga) e são 18h40 agora e eu estou aqui na agência ainda, sem saber a que horas vou poder ir para casa, ficar pelo menos um pquinho com meu marido e filho, antes de quase uma semana fora. Não vou poder me despedir deles direito pq não vou ser cruel de acordá-los de madrugada e até agora eu só penso que queria que fosse logo dia 06 de julho, pra eu já estar voltando pra casa. Esta semana foi um caos e eu me mantive firme, otimista, bem humorada, mas hoje, foi algo como a gota d´água. E eu começo a perceber que meu lado executiva está dando lugar a uma vontade tremenda de sair correndo e fazer qualquer outra coisa na vida. Será que eu sempre vou ser publicitária???? Se eu não fosse, o que eu seria???? E a culpa por deixar meu filhote e ter que viajar? Mas eu já percebi também, que ninguém se importa com isso - pelo menos no mundo corporativo. Dane-se se tem filho, se tem marido, se o filho tá doente, se tem que levar no médico... tem que produzir, tem que trabalhar, tem que entregar... tudo no prazo, ou melhor, sem nenhum prazo. É tudo pra ontem!!!! É tudo urgente!!!! Nada pode esperar, nem ninguém.
E eu queria mesmo chegar em casa hoje mais cedo, curtir os dois, me esbaldar brincando, dançando pra levantar meu astral, mas não sei se quando eu chegar o Francisco já não vai estar dormindo e eu ainda nem arrumei minha mala... mais isso pra fazer.
Mas eu devo mesmo estar no meu inferno astral, pq normalmente eu não sou assim. Quem me conhece, sabe bem. Mas acho que vou fazer o que o Fabri me falou: pensa que teu aniversário vai ser na outra semana e não se apega tanto a uma data. Bingo! É isso que vou fazer. E vou torcer pro tempo voar e eu estar em casa nos braços dos meus "guris" o quanto antes.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Vó é tudo de bom.
Eu estou na maior correria de todos os tempos. Semana pré Francal, todos os clientes enlouquecidos em busca de tudo no menor prazo e custo e o relógio que continua tendo 24 horas, apesar de que se deixasse eles gostariam que a gente trabalhasse umas 30.
Mas no meio desse tumulto todo hoje ganhei meu dia: consegui almoçar com minha mãe e minha irmã. Fazia tanto tempo que a gente não fazia mais isso: sair só nós três, sozinhas. Foi bem do jeito que eu gosto - sem planejamento - e deu certo. Como nos divertimos. Almoçamos, fofocamos muiiiiiiiiiiiittttttttttttttooooo, conversamos, constatamos que para quem está apurado a nova posição dos banheiros do shopping é um convite a fazer xixi nas calças - ou coisa pior. Despistamos uma pessoa que a gente não curte que entrou no banheiro pra não ter que dar oi... enfim, foi o máximo. E aí eu me dei conta de uma coisa: como a mãe da gente se transforma quando vira avó. E como esta mudança é tudo de bom. Minha mãe tá o máximo no papel de vó. Numa breve passadinha na Renner ela fez questão de comprar umas roupitchas pros netinhos e pra netinha que ainda está na barriga da minha irmã. Minha mãe estava radiante. Feliz da vida por ter tantos netos e por estar com a gente, que eu fico pensando que a gente perde tanto tempo quando adolescente odiando os pais, quando na verdade eles são as pessoas mais importantes do mundo e - na grande maioria das vezes - tem razão. Mas não adianta, é preciso ser mãe para descobrir isso. O amadurecimento acaba trazendo estas coisas. Mas a minha mãe é o tipo de vó "moleca". Ela é engraçada, espalhafatosa, ela quase brilha de tão ensolarada que ela é. O Francisco ama as palhaçadas e caretas que ela faz e morre de rir com ela. Ela dança, pula, brinca e se solta sem medo nem vergonha do que os outros vão pensar. Na verdade, esta é uma das maiores qualidades da minha mãe: ela não se preocupa com a opinião de ninguém, só com a dela. Eu queria ser assim, pq quantas vezes mudei de planos ou de opinião por medo de não ser aceita ou compreendida. Mas ainda tem tempo... A vovó Vera mudou tanto, que até começou a fazer coisas de vó: faz doces, mesmo sabendo que os meninos nem comem muito (o Francisco ainda nem sabe o que é açúcar), sobremesas, pipoca e quentão pra passar a tarde... tudo isso veio com a "vovó-idade" e a gente tá amando. Espero que minha mãe esteja conosco tempo o suficiente para ser bisavó e que continua com toda esta energia contagiante que só ela tem. Não é a toa que ela mesmo se intitula de "vovó louquinha".
Mas no meio desse tumulto todo hoje ganhei meu dia: consegui almoçar com minha mãe e minha irmã. Fazia tanto tempo que a gente não fazia mais isso: sair só nós três, sozinhas. Foi bem do jeito que eu gosto - sem planejamento - e deu certo. Como nos divertimos. Almoçamos, fofocamos muiiiiiiiiiiiittttttttttttttooooo, conversamos, constatamos que para quem está apurado a nova posição dos banheiros do shopping é um convite a fazer xixi nas calças - ou coisa pior. Despistamos uma pessoa que a gente não curte que entrou no banheiro pra não ter que dar oi... enfim, foi o máximo. E aí eu me dei conta de uma coisa: como a mãe da gente se transforma quando vira avó. E como esta mudança é tudo de bom. Minha mãe tá o máximo no papel de vó. Numa breve passadinha na Renner ela fez questão de comprar umas roupitchas pros netinhos e pra netinha que ainda está na barriga da minha irmã. Minha mãe estava radiante. Feliz da vida por ter tantos netos e por estar com a gente, que eu fico pensando que a gente perde tanto tempo quando adolescente odiando os pais, quando na verdade eles são as pessoas mais importantes do mundo e - na grande maioria das vezes - tem razão. Mas não adianta, é preciso ser mãe para descobrir isso. O amadurecimento acaba trazendo estas coisas. Mas a minha mãe é o tipo de vó "moleca". Ela é engraçada, espalhafatosa, ela quase brilha de tão ensolarada que ela é. O Francisco ama as palhaçadas e caretas que ela faz e morre de rir com ela. Ela dança, pula, brinca e se solta sem medo nem vergonha do que os outros vão pensar. Na verdade, esta é uma das maiores qualidades da minha mãe: ela não se preocupa com a opinião de ninguém, só com a dela. Eu queria ser assim, pq quantas vezes mudei de planos ou de opinião por medo de não ser aceita ou compreendida. Mas ainda tem tempo... A vovó Vera mudou tanto, que até começou a fazer coisas de vó: faz doces, mesmo sabendo que os meninos nem comem muito (o Francisco ainda nem sabe o que é açúcar), sobremesas, pipoca e quentão pra passar a tarde... tudo isso veio com a "vovó-idade" e a gente tá amando. Espero que minha mãe esteja conosco tempo o suficiente para ser bisavó e que continua com toda esta energia contagiante que só ela tem. Não é a toa que ela mesmo se intitula de "vovó louquinha".
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Arraiá do Francisco.
Olhem que pedacinho de caipira!
É com toda a certeza o caipirinha mais lindo do "condado".
O figurino fui eu que fiz - ficou fofo né? Esse casaquinho de vô eu A-DO-RO!
E os retalhos da calça jeans todos auto adesivos (a tecnologia é tudo nessa vida!).
Acho que daqui há alguns anos vamos lembrar como muito carinho deste dia!
segunda-feira, 21 de junho de 2010
A mãe e o super ego.
Sábado tivemos uma festa pra ir e eu me deparei com um tipo de preocupação que antes de ser mãe eu jamais tinha tido. Era uma festa no estilo noite forte e fazia um certo tempo que eu e o Fabrício não saíamos pra uma noite assim. Com um mês de antecedência armamos tudo com a nossa querida babá, pq no nosso código de pais o Francisco não participa de noite forte (ainda), e depois de fazê-lo dormir, lá fomos nós - os mais felizes do mundo - pra tal festa.
Eu não sei se foi o jejum de festa ou se tudo conspirou a favor, mas o fato é que eu (o Fabrício também, mas o post é sobre mim) acabei bebendo um pouco a mais e as duas taças de vinho ou espumante que eu tinha pensando em beber foram se multiplicando, se multiplicando e nem sei em que copo parou.
Mas a noite foi tudo de bom. A gente dançou muito, se divertiu horrores, reencontramos amigos, rimos muito, enfim, me esbaldei. Porém na hora de ir embora, ao entrar no carro eu percebi que alguma coisinha não estava bem, mais precisamente, nos itens tontura e enjôo. E foi aí que eu comecei a me questionar: "que coisa mais feia uma mãe passar assim dos limites". Eu NUNCA havia pensando deste jeito na minha vida! Perdi a conta das vezes que fiquei de pileque e nem por isso eu me martirizava... alguns buscopans e algumas semanas depois, sempre estava pronta pra outra. Mas agora, depois do advento da maternidade, o meu super ego insiste em me criticar e a colocar caraminholas na minha cabeça a ponto de eu me sentir culpada e pensar que tipo de mãe eu sou. É claro que os filhos seguem o exemplo dos pais e que não basta ensinar, tem que demonstrar... mas no meu caso, o Francisco não viu, nem ouviu nada. Enquanto eu passava mal ele estava na segurança do seu berço quentinho, sonhando com os anjos.... mas mesmo assim, minha sensura de mãe continua falando mais alto e eu estou me sentindo muito culpada por ter agido feito uma adolescente que começou a sair sem os pais. Mas por outro lado acho que estas "loucurinhas" fazem parte da vida e deixam ela bem mais levinha. E também não é por que eu sou mãe que perdi meu lado "moleca", né? Então, no final de tudo - e sem fazer muito alarde, pq se não o Francisco pode acordar - de vez em quando, pode!
Eu não sei se foi o jejum de festa ou se tudo conspirou a favor, mas o fato é que eu (o Fabrício também, mas o post é sobre mim) acabei bebendo um pouco a mais e as duas taças de vinho ou espumante que eu tinha pensando em beber foram se multiplicando, se multiplicando e nem sei em que copo parou.
Mas a noite foi tudo de bom. A gente dançou muito, se divertiu horrores, reencontramos amigos, rimos muito, enfim, me esbaldei. Porém na hora de ir embora, ao entrar no carro eu percebi que alguma coisinha não estava bem, mais precisamente, nos itens tontura e enjôo. E foi aí que eu comecei a me questionar: "que coisa mais feia uma mãe passar assim dos limites". Eu NUNCA havia pensando deste jeito na minha vida! Perdi a conta das vezes que fiquei de pileque e nem por isso eu me martirizava... alguns buscopans e algumas semanas depois, sempre estava pronta pra outra. Mas agora, depois do advento da maternidade, o meu super ego insiste em me criticar e a colocar caraminholas na minha cabeça a ponto de eu me sentir culpada e pensar que tipo de mãe eu sou. É claro que os filhos seguem o exemplo dos pais e que não basta ensinar, tem que demonstrar... mas no meu caso, o Francisco não viu, nem ouviu nada. Enquanto eu passava mal ele estava na segurança do seu berço quentinho, sonhando com os anjos.... mas mesmo assim, minha sensura de mãe continua falando mais alto e eu estou me sentindo muito culpada por ter agido feito uma adolescente que começou a sair sem os pais. Mas por outro lado acho que estas "loucurinhas" fazem parte da vida e deixam ela bem mais levinha. E também não é por que eu sou mãe que perdi meu lado "moleca", né? Então, no final de tudo - e sem fazer muito alarde, pq se não o Francisco pode acordar - de vez em quando, pode!
terça-feira, 1 de junho de 2010
Momento gargalhadas.
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