Tenho andando meio sumida, pois a correria está punk rock até os ossos.
Mas não poderia de deixar de passar por aqui hoje, já que domingo se comemora o Dia dos Pais e registrar minha homenagem a todos os papais aqui no blog.
Ser pai nos dias de hoje é bem diferente do que há tempos atrás. Não que nossos pais não tenham sido bons pais, mas há 30, 40 anos ao pai cabia o papel de suprir a família financeiramente e cabia a mãe ficar em casa cuidando dos filhos e da casa para que tudo estivesse em dia quando ele voltasse do trabalho. Então, os pais ficavam com os filhos até o primeiro choro, ou até o primeiro cocô, para então devolvê-los para as mães, já que cuidar dos filhos era tarefa delas. Em resumo, eles acabavam ficando mais com a parte baby johnsons da história.
Os anos se passaram, os orçamentos encolheram, as mães tiveram que encarar o mercado de trabalho e ambos tiveram que aprender que um dia é composto por três turnos: trabalho, filhos e outros (aqui fica a organização da casa, a vida de casal, os amigos, o sono).
Então os pais tiveram que dividir as tarefas de igual para igual com as mães e encarar na mesma proporção o banho, a mamadeira, as fraldas sujas, a papinha, as birras, as idas ao super, as broncas e a educação dos filhos. E quem ganhou com isso foi todo mundo. Pai e mãe fazem tudo e se não tem um, tem o outro e a máquina continua sempre girando.
Então, aos pais de ontem, aos pais de hoje e aos que ainda sonham em viver esta tresloucada vida de pais um feliz dia dos pais e que vocês continuem sendo os super heróis da casa e servindo de inspiração para seus filhos.
E um mega blaster especial agradecimento ao pai do Francisco por ser meu parceiro incondicional na criação e educação do nosso filho. Fabri, obrigada por se doar de corpo e alma à nossa família e contribuir com seu jeito calmo e racional com o equilíbrio da nossa casa, mesmo quando eu e o Francisco parecemos que vamos surtar a qualquer momento. Obrigada por enlouquecer com a gente quando o assunto é dançar na sala, brincar de esconder, se fingir de lobo mau, usar uma roupa engraçada ou tocar na banda do Francisco. Obrigada por acordar de madrugada comigo, quando eu estava amamentando, só pra preparar o Francisco pra mim, mesmo sabendo que tu tinha que acordar às sete no outro dia. Obrigada por acordar ainda hoje, quando a noite não está tranquila por algum motivo. Obrigada por ser pai, mas também ser meu marido (que é outra pessoa bem diferente). Obrigada pelas palavras de amor sempre que eu achei que não servia pra ser mãe e achava que nunca conseguiria. Obrigada por ser "pãe" quando eu tenho que viajar a trabalho e obrigada por entender os meus momentos "fofoca com as amigas". Obrigada por ter esse brilho nos olhos quando olha pro Francisco e por todo o carinho e cada beijinho e abraço que tu dá nele, pois sei como isso vai torná-lo uma pessoa especial no futuro. Em resumo, te amamos muito e somos muito felizes ao teu lado. Feliz Dia dos Pais.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
Espelho, espelho meu, existe alguém que possa cuidar mais do meu filho do que eu?
Este post é um candidato ao Melhor post do Mundo, da Limetree.https://limetr.ee/br/home
Quando o Francisco nasceu eu achei que podia fazer tudo sozinha. Afinal, havia me preparado para ser mãe. Fabrício e eu planejamos detalhadamente a chegada do Francisco. Passei nove meses lendo, me informando, assistindo vídeos, fazendo terapia, conversando com quem já tinha filhos, introgetando a ideia de ser mãe em mim. Teoricamente, eu sabia de tudo. Mas só teoricamente. A realidade foi bem diferente quanto ele saiu de mim. A cesariana inesperada, a frustração de não ter tido o meu filho como eu sempre sonhei (naturalmente), a demora para o leite descer, os primeiros dias de um bebê com fome intensa e a minha incapacidade de suprir suas necessidades, a ausência de sono e o cansaço extremo, desencadearam em mim um processo de depressão pós parto. E eu que sempre fui dona de mim, que sempre procurei resolver tudo sozinha, a ponto de impedir que as pessoas mostrassem que eram capazes, tive que aceitar o fato de que precisava de ajuda. Então eu passava mais tempo na casa da minha sogra do que na minha. Ela ficava com o Francisco para que eu pudesse fazer as tarefas que a psiquiatra tinha solicitado: sair, ver meus amigos, dar uma volta no shopping, mandar e-mails, dormir mais, assistir a uma comédia e aos poucos eu fui descobrindo como é bom confiar em outras pessoas e que apesar de eu achar que não, existem pessoas que podem cuidar do meu filho tão bem quanto eu.
E isso levou o Francisco a ser um bebê que já dormia fora de casa com dois meses de vida, que sempre transitou bem na sua cama ou na cama da casa da vovó. Que toma banho com a mãe, com o pai, com quem precisar. Ele acabou se tornando mais flexível e nós também. E hoje, com a mudança dos avós paternos do Francisco pro interior do Estado, eu estou passando por uma nova fase, que é confiar nos meus pais pra ficarem com ele. Não que eu pense que eles não têm capacidade, mas sempre achei a casa deles muito cheia de riscos: piscina, escadas, camas muito altas. Mas ontem ele ficou lá de novo e foi tão divertido, tão intenso, que ele não queria vir embora. Queria dormir na vovó. E acho que da próxima vez vai dormir. Ter a oportunidade de curtir os avós e os tios é uma coisa da qual nenhuma criança deveria ser privada e cabe a nós, pais, deixarmos nossos filhos livres e mais autônomos para crescer e ganhar o mundo, sem o peso de estarem presos aos pais por uma linha invisível e inviolável.
Quando o Francisco nasceu eu achei que podia fazer tudo sozinha. Afinal, havia me preparado para ser mãe. Fabrício e eu planejamos detalhadamente a chegada do Francisco. Passei nove meses lendo, me informando, assistindo vídeos, fazendo terapia, conversando com quem já tinha filhos, introgetando a ideia de ser mãe em mim. Teoricamente, eu sabia de tudo. Mas só teoricamente. A realidade foi bem diferente quanto ele saiu de mim. A cesariana inesperada, a frustração de não ter tido o meu filho como eu sempre sonhei (naturalmente), a demora para o leite descer, os primeiros dias de um bebê com fome intensa e a minha incapacidade de suprir suas necessidades, a ausência de sono e o cansaço extremo, desencadearam em mim um processo de depressão pós parto. E eu que sempre fui dona de mim, que sempre procurei resolver tudo sozinha, a ponto de impedir que as pessoas mostrassem que eram capazes, tive que aceitar o fato de que precisava de ajuda. Então eu passava mais tempo na casa da minha sogra do que na minha. Ela ficava com o Francisco para que eu pudesse fazer as tarefas que a psiquiatra tinha solicitado: sair, ver meus amigos, dar uma volta no shopping, mandar e-mails, dormir mais, assistir a uma comédia e aos poucos eu fui descobrindo como é bom confiar em outras pessoas e que apesar de eu achar que não, existem pessoas que podem cuidar do meu filho tão bem quanto eu.
E isso levou o Francisco a ser um bebê que já dormia fora de casa com dois meses de vida, que sempre transitou bem na sua cama ou na cama da casa da vovó. Que toma banho com a mãe, com o pai, com quem precisar. Ele acabou se tornando mais flexível e nós também. E hoje, com a mudança dos avós paternos do Francisco pro interior do Estado, eu estou passando por uma nova fase, que é confiar nos meus pais pra ficarem com ele. Não que eu pense que eles não têm capacidade, mas sempre achei a casa deles muito cheia de riscos: piscina, escadas, camas muito altas. Mas ontem ele ficou lá de novo e foi tão divertido, tão intenso, que ele não queria vir embora. Queria dormir na vovó. E acho que da próxima vez vai dormir. Ter a oportunidade de curtir os avós e os tios é uma coisa da qual nenhuma criança deveria ser privada e cabe a nós, pais, deixarmos nossos filhos livres e mais autônomos para crescer e ganhar o mundo, sem o peso de estarem presos aos pais por uma linha invisível e inviolável.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Gravidez na adolescência. Em pleno século XXI ainda acontece.
Hoje, saindo da nutricionista, entro no elevador e me deparo com uma menina que aparentava menos de 16 anos, grávida. Ela era muito mignon e aquele barrigão de final de gravidez me chocou e ao mesmo tempo me cortou o coração.
Se ter um filho, mesmo quando muito planejado, desejado e pensado já é meio complicadinho, imagina assim, quando se tem menos de 18 e uma cabeça cheia de conflitos e incertezas. Fiquei reparando nela e seu rosto era completamente sem expressão, como se não entendesse ainda o que estava acontecendo (e talvez não entenda mesmo). E apesar deste assunto (gravidez na adolescência) ser amplamente discutido desde sempre em casa (quando os pais dão abertura), na escola, na internet, com os amigos, nas revistas, nos livros, no mundo, ainda assim, tem meninas e meninos que se deixam levar pelo turbilhão hormonal e esquecem de um acessório indispensável: a camisinha. Sem falar em HIV, HPV e outras tantas doenças sexualmente transmissíveis que são evitadas com o uso dessa boniteza feita de látex. E voltando no tempo sei que eu também poderia ter engravidado se não tivesse tomado a iniciativa de contar aos meus pais sobre a minha idéia de começar a transar, mesmo sabendo que isso seria motivo de uma guerra sem precedentes lá em casa. Mas abrir o jogo e falar sobre o inevitável (pq o sexo é um dos nossos instintos mais primitivos) foi o que me salvou de entrar para as estatísticas. Eu comecei a tomar pílula e pronto. Mas mesmo assim, eu estava imune à gravidez, mas não a todo o resto. E quando a menina toma pílula nem sempre o menino que usar preservativo. O papo é mais ou menos assim: quando temos uma relação estável (e pros adolescentes dois meses já é pra sempre) confiamos na pessoa e temos certeza de que ela só transa com a gente. Então, não precisa usar. E assim os anos vão passando e os números de meninas grávidas e pais adolescentes amentando cada vez mais. Pular etapas e ter um filho tão jovem assim, por mais que se tenha apoio em casa, financeiro e até psicológico não é nada fácil e exige uma dedicação gigante para assumir a educação e a formação de uma pessoa, quando ainda estamos em formação, e ainda assim tentar continuar com todos os outros projetos que sempre temos aos 16, 18, 20 anos. Então cabe a nós, pais e mães de meninos e de meninas termos uma cabeça aberta para perceber (e aceitar) estes movimentos e seguir informando sempre, alertando e obeservando para evitar que uma fase tão bacana da vida seja atropelada por outra que poderia ser vivida bem mais adiante e de uma forma muito mais bonita e leve.
Se ter um filho, mesmo quando muito planejado, desejado e pensado já é meio complicadinho, imagina assim, quando se tem menos de 18 e uma cabeça cheia de conflitos e incertezas. Fiquei reparando nela e seu rosto era completamente sem expressão, como se não entendesse ainda o que estava acontecendo (e talvez não entenda mesmo). E apesar deste assunto (gravidez na adolescência) ser amplamente discutido desde sempre em casa (quando os pais dão abertura), na escola, na internet, com os amigos, nas revistas, nos livros, no mundo, ainda assim, tem meninas e meninos que se deixam levar pelo turbilhão hormonal e esquecem de um acessório indispensável: a camisinha. Sem falar em HIV, HPV e outras tantas doenças sexualmente transmissíveis que são evitadas com o uso dessa boniteza feita de látex. E voltando no tempo sei que eu também poderia ter engravidado se não tivesse tomado a iniciativa de contar aos meus pais sobre a minha idéia de começar a transar, mesmo sabendo que isso seria motivo de uma guerra sem precedentes lá em casa. Mas abrir o jogo e falar sobre o inevitável (pq o sexo é um dos nossos instintos mais primitivos) foi o que me salvou de entrar para as estatísticas. Eu comecei a tomar pílula e pronto. Mas mesmo assim, eu estava imune à gravidez, mas não a todo o resto. E quando a menina toma pílula nem sempre o menino que usar preservativo. O papo é mais ou menos assim: quando temos uma relação estável (e pros adolescentes dois meses já é pra sempre) confiamos na pessoa e temos certeza de que ela só transa com a gente. Então, não precisa usar. E assim os anos vão passando e os números de meninas grávidas e pais adolescentes amentando cada vez mais. Pular etapas e ter um filho tão jovem assim, por mais que se tenha apoio em casa, financeiro e até psicológico não é nada fácil e exige uma dedicação gigante para assumir a educação e a formação de uma pessoa, quando ainda estamos em formação, e ainda assim tentar continuar com todos os outros projetos que sempre temos aos 16, 18, 20 anos. Então cabe a nós, pais e mães de meninos e de meninas termos uma cabeça aberta para perceber (e aceitar) estes movimentos e seguir informando sempre, alertando e obeservando para evitar que uma fase tão bacana da vida seja atropelada por outra que poderia ser vivida bem mais adiante e de uma forma muito mais bonita e leve.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Nascer é um milagre. Se tornar pai e mãe também é.
Ontem recebemos a confirmação do dia do nascimento do nosso afilhado Otto.
Seria na sexta-feira, às 16h30. Eu disse "seria", porque este menininho, que já mostrou ter personalidade, resolveu provar para todo mundo que ele viria quando ele quisesse.
E ontem, por volta da uma da manhã a bolsa se rompeu e logo mais ele veio ao mundo, no dia e do jeito que ele quis. Eu acho lindo quando a natureza trabalha, quando as coisas acontecem no momento certo e no caso do parto, é muito bom quando o bebê nasce quando realmente está pronto.
Mas lendo aquela mensagem no meu celular, foi inevitável relembrar os momentos que vivemos quando o Francisco nasceu. A ansiedade antes do parto, a vontade de ver o rostinho dele, de sentir seu cheiro, de tê-lo nos braços, de ter certeza que ele nasceu perfeito e com saúde.
Nascer é um milagre. Se tornar pai e mãe também é.
Como a gente muda quando tem um filho. O que antes nos dava nojo se torna super normal e até encaramos com humor. O choro que antes (vindo de outras crianças) nos estressava, é acolhido com amor. Deixamos de ser egoístas e passamos a nos preocupar primeiro com o outro, para lá no final lembrar que precisamos comer, que ainda não tomamos banho, que ainda não dormimos. Por um tempo, abrimos mão da nossa liberdade de ir e vir e ajustamos a nossa vida de acordo com o horário das mamadas, das sonecas, das trocas de fralda. Encaramos as viroses, as febres, as quedas, como guerreiros que, mesmo morrendo de medo por dentro, se mostram firmes para passar segurança para a tropa. E mesmo assim, temos um brilho nos olhos que só quem tem um filho entende. E à medida em que o tempo passa, vamos ficando cada vez mais apaixonados por aquele pequeno indivíduo que vai passar a sua vida tranformando a nossa.
Seja bem-vindo Otto. Sejam bem-vindos Bia e Glédson os novos membros dessa louca e incrível vida de pai e mãe.
Seria na sexta-feira, às 16h30. Eu disse "seria", porque este menininho, que já mostrou ter personalidade, resolveu provar para todo mundo que ele viria quando ele quisesse.
E ontem, por volta da uma da manhã a bolsa se rompeu e logo mais ele veio ao mundo, no dia e do jeito que ele quis. Eu acho lindo quando a natureza trabalha, quando as coisas acontecem no momento certo e no caso do parto, é muito bom quando o bebê nasce quando realmente está pronto.
Mas lendo aquela mensagem no meu celular, foi inevitável relembrar os momentos que vivemos quando o Francisco nasceu. A ansiedade antes do parto, a vontade de ver o rostinho dele, de sentir seu cheiro, de tê-lo nos braços, de ter certeza que ele nasceu perfeito e com saúde.
Nascer é um milagre. Se tornar pai e mãe também é.
Como a gente muda quando tem um filho. O que antes nos dava nojo se torna super normal e até encaramos com humor. O choro que antes (vindo de outras crianças) nos estressava, é acolhido com amor. Deixamos de ser egoístas e passamos a nos preocupar primeiro com o outro, para lá no final lembrar que precisamos comer, que ainda não tomamos banho, que ainda não dormimos. Por um tempo, abrimos mão da nossa liberdade de ir e vir e ajustamos a nossa vida de acordo com o horário das mamadas, das sonecas, das trocas de fralda. Encaramos as viroses, as febres, as quedas, como guerreiros que, mesmo morrendo de medo por dentro, se mostram firmes para passar segurança para a tropa. E mesmo assim, temos um brilho nos olhos que só quem tem um filho entende. E à medida em que o tempo passa, vamos ficando cada vez mais apaixonados por aquele pequeno indivíduo que vai passar a sua vida tranformando a nossa.
Seja bem-vindo Otto. Sejam bem-vindos Bia e Glédson os novos membros dessa louca e incrível vida de pai e mãe.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
MÃE é ser tudo e mais um pouco.
Quando eu decidi ser mãe jamais imaginei o real singificado que esta decisão teria na minha vida.
Eu apenas imaginava. Imaginava sobre o amor incondicional que eu sentiria pelo meu filho, imaginava sobre as noites mal dormidas, imaginava a emoção de ouvir Mãe pela primeira vez, da alegria ao ver o filho sorrir, do orgulho em vê-lo dar os primeiros passinhos.
Hoje eu percebo que Mãe é tudo e mais um pouco. Somos enfermeiras, amigas, chefs de cozinha, professoras, roqueiras, bailarinas, palhaças, psicólogas, artistas, desenhistas, conselheiras, videntes e até passamos por chatas, quando não cedemos a certos caprichos de nossos pequenos, mas principalmente, somos leoas quando o assunto é defender nossos filhos.
Para saber o que é ser Mãe, não adianta, tem que ser.
Eu apenas imaginava. Imaginava sobre o amor incondicional que eu sentiria pelo meu filho, imaginava sobre as noites mal dormidas, imaginava a emoção de ouvir Mãe pela primeira vez, da alegria ao ver o filho sorrir, do orgulho em vê-lo dar os primeiros passinhos.
Hoje eu percebo que Mãe é tudo e mais um pouco. Somos enfermeiras, amigas, chefs de cozinha, professoras, roqueiras, bailarinas, palhaças, psicólogas, artistas, desenhistas, conselheiras, videntes e até passamos por chatas, quando não cedemos a certos caprichos de nossos pequenos, mas principalmente, somos leoas quando o assunto é defender nossos filhos.
Para saber o que é ser Mãe, não adianta, tem que ser.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
O dicionário das crianças é muito mais divertido.
Aproveitei a pausa na loucura que está essa minha semana "corporativa" para publicar mais pérolas do Francisco, nesta sua fase tagarela.
Eu pucurô = eu encontrei
Eu não tenho saudade = eu não tenho vontade (de fazer algo, normalmente, quando convidado a fazer cocô)
Toca tchurathundum = quando ele quer ouvir o CD do Kid Abelha
Massinha de modelada = massinha de modelar
Melói = quando ele quer tomar um iogurte maior que danoninho ou cantando a música do kid abelha que fala "vem que eu te ensino como ser bem melói (melhor)"
Covi kiss = o canal discovery kids
Colinha = escolinha
Cóssa = calça
Foda = fralda
Bacaxi = abacaxi
eu modeu = eu te mordi
é minho = pra dizer que alguma coisa é dele "é minho cavalo"
culéi = colher, faca ou garfo
cótero = helicóptero
gol do intei = quando ouve barulho de foguete
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